TNG traz a história do jeans e investe no aspecto vintage das roupas dos mineradores

Encerrando esta última edição da SPFW, a TNG estreia no evento com a história do denim, seu carro-chefe. A marca, embora seja de São Paulo, desfilava no Fashion Rio e, trouxe pela primeira vez para a semana de moda, modelos consagrados como Michelli Alves, Paulo Zulu e Mariana Weickert, substituindo os famosos das edições no Rio. Talvez para contar a história deste produto também consagrado e muito conhecido por nós – o denim – que nasceu em Nimes na França em 1792 e chegou aos EUA através dos mineradores que inicialmente utilizavam o produto no tom marrom ganhando o tom índigo a partir de 1890.


Cada vez mais a TNG vem “brincando” e renovando o jeanswear e explorando todas as suas possibilidades em meio à uma infinidade de opções em tecidos e lavanderia. Para o Inverno 2015, seus produtos saíram diretamente de um campo de mineração todos mergulhados em beneficiamentos totalmente vintage com amarronzados feitos em resina e barro, patchworks que mesclam texturas, tecidos, tons, manchas e desfiados. Mas seus trabalhadores de minas são sofisticados e mesclam os denims à lãs, paetês, tweeds e sedas. Entre os beneficimentos destacamos ainda os foils transparentes, amassados, bigodes 3D e esbranquiçados.


Entre as modelagens, estão parkas, trench coats, casacos, bermudas, saias midi usadas por cima de skinnies, além do tradicional macacão e da jardineira em jeans com linho, viscose e um jeans exclusivo com alta gramatura. Nos fios mais nobres o denim mantém seu aspecto bruto com brilho e maciez e também surge em tons de marrom, cinza e e bordô.


A última parte do desfile traz tons mais claros no delavê e baby blue, sempre com manchas, patchwork de tecidos e estampas de minerais para eles e para elas e o denim com aspecto de alfaiataria em vestidos e ternos.