Buscadores de moda conquistam o mercado varejista

A proposta é simples, resgatar a autoestima feminina e ajudar consumidoras a economizarem até 70% em suas compras on-line. Segundo pesquisa realizada pelo IAB e pelo ComScore, o mercado de mídias digitais tende a crescer 12% ao ano até 2021, e as plataformas digitais têm registrado quais são os novos hábitos de consumo, o que revelou que 73% dos brasileiros fazem buscas na internet antes de decidir uma compra, enquanto 64% preferem opiniões de terceiros referentes aos produtos que desejam adquirir – dados de análise do Kantar Ibope Media.

Como as pessoas tem dificuldades para comparar preços, além de acompanhar tendências do universo da moda, de maneira prática e rápida, Rachel Toyama em 2010 identificou a enorme oportunidade do mercado digital, investindo e idealizando o primeiro buscador de moda feminino, o Paraíso Feminino. A ferramenta tem como proposta otimizar o tempo da consumidora, com algoritmos que encontram e combinam looks circulando em lojas físicas.

“O projeto surgiu quando meu ex-marido identificou a minha própria dificuldade em encontrar tudo o que eu procurava em um só lugar. Os sites que existiam não atendiam essa demanda e então decidimos que criaríamos este projeto. Entendo que meios de facilitar a troca e permitir o acesso à informação são multiplicadores para o resgate da autoestima feminina”, aponta Toyama CEO da companhia. Para ter uma noção, hoje a plataforma reúne mais de cinco mil marcas, 450 mil produtos e 350 lojas virtuais, contando com um caderno de moda chamado E-Trends, que apresenta dicas de moda, estilo, guia de compras, e uma seleção Outlet, onde peças de grifes internacionais são apresentadas com preços mais atrativos.

Entre as lojas que podem ser encontradas pela ferramenta de busca estão Dafiti, Farfetch, Carmen Steffens, Arezzo, Amaro, Poshtaus, Anacapri, Piccadilly, Cecconello, e muitas outras. “Estamos sempre em busca de ótimos parceiros para garantir variedade e o maior número possível de opções em cada categoria”, aponta Rachel.

“O Paraíso Feminino não realiza venda de nenhum produto, mas faz a interligação entre as consumidoras e as lojas virtuais, além de incentivar a compra assertiva, permitindo que a usuária tenha uma experiência única entre a busca de produtos e suas combinações”, finaliza a CEO da companhia.

Fonte: Beatriz Fleira | Fotos: Reprodução