Cinco padrões que vão reinventar o look denim | Guia JeansWear

Cinco padrões que vão reinventar o look denim

Criatividade consiste no total rearranjo do que já sabemos, com o objetivo de descobrir o que não sabemos. Essa frase famosa de George Kneller, define bastante a aplicação das estampas no look que orbita ao redor do jeans na temporada de Inverno 2019.

Não, não teremos novos padrões inventados. Ao invés disso, teremos velhos conhecidos da moda, transferidos para estilos e harmonias de cores impensadas até então.

Exemplos? É consenso afirmar que o xadrez buffalo e príncipe de gales veste muito bem o look grunge pauperista. Mas o que não sabíamos, é que eles soariam tão novidade nas mangas camponesa e nos decotes com babados ciganinha de Isa Arten. Tampouco que poderiam vestir tão bem cartelas de cores new wave, e volumes oitentistas de passarela: vide Versace e Miu Miu. Pois o catwalk propôs essas experiências, e o que se descobriu foi a mais recente febre da moda de rua, e o mais eficaz chamariz para as vitrines.

Também já sabíamos, que aquele floral miúdo era ideal para enfeitar o look romântico da boa moça. Ora veja, o que não sabíamos é que ele poderia renovar justamente o look grunge, do qual falamos anteriormente – estilo trabalhado por The Great.

Que o animal print sempre foi o padrão avassalador e exótico por excelência, isso também já era sabido. Mas que ele seria o mais novo padrão neutro da moda, isso sim é novidade. Fora a surpresa de vê-lo no contexto relaxado e sporty de files a papa.

E o que dizer das listras? Chic, navy, esportivo de elite? Tudo isso já foi dito pelas temporadas anteriores. Então elas mudaram e foram por outros caminhos com jeitão conceitual para o look. Diferente não? Pois foram destas pilotagens, que descenderam novas escolhas de moda.

E o étnico? Bom, esse é um caso a parte. O imaginário coletivo ainda o quer em seu formato mais literal. Sem necessidade de rearranjo ele ainda segue o estilo nativo americano. Meio boho, meio rústico – mas totalmente imerso entre franjas, mistérios e ideais de liberdade. Alterado apenas, por uma espécie de “filtro” que deixa suas cores mais intensas, como pede seu mais fotogênico ambiente: o meio digital.

Fonte: Vivian David | Fotos: Reprodução

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