Tendências que você precisa saber apresentadas pela Munich Fabric Start

Um novo recorde no número de expositores e a mais grandiosa edição do espaço Bluezone de todas. Assim pode ser ilustrada a dimensão da 45º edição do Munich Fabric Start, que nos dias 5 e 6 de setembro agrupou um portfólio ilustrativo das tendências globais, logo no topo do seu lançamento. Além das principais direções sinalizadas para o visual e a tecnologia dos tecidos considerando a temporada Inverno 2020; sustentabilidade e digitalização ganharam um papel mais relevante na edição.

O crescimento foi identificado em todos os aspectos. Foram aproximadamente 1.050 expositores ao todo. Cerca de 1.800 coleções nas áreas de tecidos, aviamentos, denim e sportswear. Aproximadamente 20.000 visitantes registrados. E a melhor notícia para o nosso setor: a área denim em particular cresceu a ponto de requisitar um espaço adicional. Reflexo de um mercado receptivo que percebe alto valor agregado no material. Foram mais de 120 líderes no setor denim internacional e marcas de sportswear mostrando para o mercado suas mais recentes inovações em tecidos para a temporada. Muitas delas, já convertidas em propostas direcionais; através de amostras de estilo, acabamentos e lavagens colocadas à disposição.

Contrastes e estilos contraditórios, seja por cores, seja por materiais ou estruturas; de acordo com a feira, representam um grande tópico. Alta moda versus anti-moda, futurismo versus realismo, otimismo versus ativismo. O que não é usualmente vestido junto, cria grande impacto emocional. O que não parece coordenável; esta é a lógica que vem se popularizando no desejo do consumidor. De acordo com a Munich Fabric Start; as novas tendências são tão complexas quanto sua evolução.

O segmento feminino, de acordo com leitura dos portfólios, será marcado por um forte apelo aos tópicos individuais. Transitando entre os looks românticos e folclóricos, influências clássicas e esportivas, o setor terá sua evolução. Pele falsa, cortes e padrões clássicos de tecidos como mantas são aspectos em evidência, sempre combinados de maneira casual com o denim. A pegada atlética estará presente principalmente através de materiais técnicos. Como exemplo, a feira expôs as fitas refletivas, aposta da Calvin Klein.

No setor masculino, muitos tecidos clássicos em tons de cinza, marrom e bege vão ganhar importância crescente. A modernidade, será confiada a elementos como padrões em escala oversized, superfícies 3D, zíperes técnicos, capuzes ou velcro. Novos comprimentos vão predominar: bainhas, tops e jaquetas anorak estarão cada vez mais curtas. Em compensação, casacos serão prolongados até os joelhos. O tema do jazz mesclado às lavagens ácidas, e o revival dos anos 90 seguem a abordagem atlética.

O retorno do workwear foi uma grande ênfase; assim como a história das roupas de trabalho e sua influência no look. Macacões, jeans oversized, jaquetas oitentistas e um imenso retorno do black denim – estes foram os apontamentos dos experts do setor para o segmento. Muitas discussões giraram ao redor de novas performances e qualidades atribuídas ao tecido, desde a maciez no toque até suas versões esportivas. Também as reinterpretações do denim rígido e bruto para looks com pegada autêntica. Sobretudo, sustentabilidade na produção de denim pairou no debate de inúmeras apresentações e painéis de discussões: tanto por nomes ligados à manufatura do setor quanto por profissionais da indústria da moda.

Fonte: Vivian David | Fotos: Reprodução

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