A Freeboard lançou seu verão 2014/2015 focado em homens com espírito jovem, que buscam estilo, conforto e praticidade no dia a dia. O Brasil festivo, inspirador, acolhedor e colorido foi deu forma a coleção Brasilidade Pop.
Mesmo percorrendo um território bem conhecido, a equipe de estilo saiu do lugar comum, encontrando um caminho próprio que define com outro viés a nossa identidade e a nossa brasilidade.
O homem Freeboard é leve e divertido, gosta de esportes, diversão e aproveitar os bons momentos da vida, ressalta Waleska Ramalho, diretora de estilo da marca.
Com espírito de liberdade, a marca percorreu as mais belas praias do país, as cores marcantes do grafiteiro baiano Toz, os traços perfeitos da carioca Beatriz Milhazes e o ritmo regueiro da Natiruts. Desta miscelânea cultural nasceu a coleção, cheia de frescor, conforto e atemporalidade.
Cores fortes, xadrezes, listras e tecidos leves estão presentes no jeanswear clássico, na camisaria, bermudas e camisetas. As estampas passeiam por elementos da cultura brasileira, além de paisagens e lugares marcantes do Brasil.
O jeanswear ganha foco em lavagens desde as lavagens delavés até as mais clássicas e escurecidas, com destaque para a linha de cores com tons de azul, amarelo, vermelho e laranja.
Experiência Hi-Tech
Para marcar o lançamento da coleção Brasilidade Pop, a marca apostou em uma vitrine interativa na sua loja do Shopping Iguatemi Fortaleza. Buscamos fugir das entediantes e repetitivas vitrines que costumamos ver por aí. É uma vitrine/evento. Uma instalação/game, define Evandro Lima, da Sala nas Nuvens, e responsável pelo projeto.
Na vitrine Freeboard estão dispostas duas TVs de LED de 42 polegadas. Cada uma ocupando metade da vitrine. Elas escondem, de um lado, a parte de cima de um modelo (que tem um chuveiro instalado sobre a cabeça). Do outro, a parte de seus pés.
Dois sensores captam o movimento de pessoas (convidadas e estimuladas por meio de inscrições e instruções na tela). Uma vez diante da vitrine, os sensores de movimento acionarão os filmes passados nas TVs. Os movimentos executados pelas pessoas determinam os dos filmes. Quando o espectador para, o filme também para. Quando não há movimentos nem pessoas interagindo, as imagens vão passando de forma aleatória.
Na verdade, essa instalação simboliza uma ruptura de regras. Quebrando o manequim e separando o tronco das pernas queríamos ter uma vitrine interativa que mostrasse as peças da coleção de maneira inusitada. Resolvemos `tirá-las` da vitrine, explica Evandro Lima.
Para desenvolver os filmes, o modelo Andre de Lavôr passou mais de 24 horas trabalhando debaixo do chuveiro. Mas, seguindo uma linha ecologicamente correta, toda essa água foi reaproveitada.
REDAÇÃO | FOTOS: DIVULGAÇÃO










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