Cedro comemora seus 150 anos em encontro com parceiros

No último dia 12 de agosto, a Cedro Têxtil reuniu representantes de clientes, fornecedores, colaboradores e governos em Caetanópolis, para celebrar seus 150 anos. A solenidade contou com homenagem aos presentes pela parceira ao longo da trajetória da companhia.

O encontro celebrou a fundação da Fábrica do Cedro, que viria a se tornar a Companhia de Fiação e Tecidos Cedro e Cachoeira. O local, que abriga o Museu Têxtil Décio Mascarenhas, foi escolhido para relembrar a história da companhia que hoje é uma das principais indústrias têxteis da América Latina, com mais de 3.500 colaboradores, quatro fábricas, um centro de distribuição, um escritório, um lounge e capacidade produtiva de 80 milhões de metros lineares de tecido acabado por ano.

Para a Cedro, um dos fatores mais importantes da sua longevidade tem sido a construção de relacionamentos respeitosos e leais. Por isso, a celebração da data foi realizada homenageando seus colaboradores, clientes, fornecedores, acionistas, Governo e Prefeituras, associações e parceiros financeiros.

Outro fator, segundo o diretor-presidente da Cedro, Marco Antônio Branquinho Junior, é a capacidade de aprender com os momentos desafiadores que a companhia enfrentou ao longo de um século e meio. “Uma das coisas que tornam a Cedro diferente e longeva é que a cada desafio e nova oportunidade, conseguimos aprender e estabelecer um novo jeito de produzir, de desenvolver produtos e de atender o mercado. A partir do momento que as crises passavam, esse aprendizado ficava e, com isso, sempre tínhamos andado um passo a mais”, indicou.

“A Cedro sempre foi muito mais que resiliente, que é quando a gente deforma e tem a capacidade de retornar ao formato original. Aqui a gente se deforma, sofre o impacto, mas volta para um ponto melhor que estávamos antes. É por essa sucessão de transformações que chegamos onde estamos hoje”, completou Branquinho.

Os acionistas da companhia completam: Foi da coragem, ímpeto realizador e pesquisas de mercado internacionais realizadas por Bernardo Mascarenhas e seus irmãos, Antônio e Caetano, que a Cedro nasceu e hoje, seguindo essa trajetória de pioneirismo, somos uma empresa competitiva em um mundo de constantes transformações”, define Fabiano Soares Nogueira.

“O empenho, a dedicação e a ética que a equipe coloca no trabalho, com talento, determinação e trabalho duro, fazem dessa empresa o que ela é hoje. A mais longeva indústria têxtil do Brasil completa 150 anos com o propósito de tecer o futuro”, diz Amélia Gonzaga, presidente do Comitê do Acordo de Acionistas da Cedro e uma das homenageadas na solenidade.

Homenagens

A solenidade, que contou com uma missa celebrada pelo pároco de Caetanópolis e com apresentação da orquestra Euterpe Santa Luzia, fundada em 1917 por um gerente da Cedro e hoje patrimônio cultural do município, teve diversos momentos de emoção e reconhecimento. Os homenageados foram:

• Geraldo Eustáquio da Silva, representando os trabalhadores da Cedro.
• Eduardo Santiago, diretor da Santiago Cotton, representando os fornecedores.
• Marcelo Namura, diretor da MN Tecidos, representando os clientes.
• Rômulo Martins Freitas, diretor do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, representando os parceiros financeiros.
• Fernando Valente Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil, representando os parceiros têxteis.
• Flávio Roscoe Nogueira, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, representando os parceiros industriais.
• Amélia Gonzaga, presidente do Comitê do Acordo de Acionistas da Cedro, representando os acionistas.
• Kathleen Garcia Nascimento, Secretária Adjunta de Desenvolvimento Econômico, representando o Governador Romeu Zema, em homenagem ao Estado de Minas Gerais e ao povo mineiro.

Segundo a secretária, “o Governo respeita o trabalho de quem empreende e a Cedro é um exemplo desse ímpeto de coragem, determinação e inovação que fazem de Minas Gerais um estado que se destaca no cenário nacional”.

Fernando Valente Pimentel, presidente da ABIT, destacou que “a Cedro vem sendo parceira em todos os momentos, ajudando a construir uma agenda positiva para o setor com sensibilidade e zelando pelos seus relacionamentos”.

O diretor do BDMG concorda: “São 38 anos de relacionamento entre Cedro e BDMG e nossos empregados adoram a Cedro. Temos uma relação de compromisso, lealdade e parceria e isso faz toda a diferença” e o presidente da FIEMG, finaliza: “A Cedro é um dos berços da nossa industrialização. Seus fundadores foram pioneiros e seus empreendimentos se desdobraram em várias áreas. Atravessar 150 anos de história é para poucos, ainda mais sendo uma empresa de capital aberto”, ressalta Roscoe.

Fonte: Redação | Fotos: Divulgação