A Pernambucanas passou a integrar o Movimento Sou de Algodão, uma iniciativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) que busca valorizar a fibra. Com isto, a varejista fortalece ainda mais as iniciativas que asseguram a qualidade das peças jeans produzidas e que tem o algodão nacional em sua composição.
“Nos últimos anos, atuamos fortemente na gestão de fornecimento de matéria-prima e ampliamos as nossas ações de modo a tornar toda a nossa cadeia têxtil mais sustentável. O Movimento é importante porque desperta a consciência coletiva dos consumidores em torno da moda e do consumo responsável”, afirma Sergio Borriello, CEO da Pernambucanas.
Hoje, o Movimento Sou de Algodão conta com parceiros entre tecelagens, fiações, confecções, varejistas, estilistas, entre outros. Para o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, todas as marcas que integram a iniciativa fazem parte da história que completa seis anos em outubro de 2022.
“Quando criamos o movimento, queríamos alcançar as pessoas que influenciam e levam a nossa fibra para o consumidor, para o setor têxtil e para os produtores de moda. São os nossos parceiros que nos ajudam a conectar o algodão ao universo afetivo do público e a Pernambucanas contempla essa proposta, principalmente, por buscar articulações com diferentes atores para construir relações sociais, ambientais e econômicas sustentáveis”, detalhou Júlio Cézar Busato, presidente da Abrapa.
A instituição acredita na união de toda cadeia produtiva para transformar a moda brasileira, tornando-a mais responsável e incentivando o consumo consciente. O algodão é acompanhado desde o plantio, com análises sobre o uso controlado de defensivos, consumo atento de água, respeito ao trabalhador e saúde econômica dos envolvidos.
A Abrapa, junto com as nove associações estaduais, mobiliza produtores para o cultivo da fibra cada vez mais responsável, de acordo com o protocolo do Programa ABR (Algodão Brasileiro Responsável), no qual as fazendas devem cumprir 183 requisitos, em oito esferas, como contrato e condições de trabalho em toda a cadeia produtiva, desempenho ambiental e boas práticas agrícolas.
As certificadoras de terceira parte reconhecidas mundialmente, como a Genesis Group, a Bureau Veritas e a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), já concederam o selo ABR para quase 85% da produção da última safra brasileira.
Fonte: Redação | Fotos: Reprodução









