Pioneiro no formato de live center em shopping centers, o Mega Polo, localizado no Brás, dá mais um passo estratégico e lança o projeto Polos do Brasil, iniciativa que promove o intercâmbio entre marcas de diferentes regiões e traz o Moda Center Santa Cruz, maior parque de confecções da América Latina, para dentro do shopping.
O Mega Polo, reconhecido como um dos maiores polos de moda e comércio do Brasil, iniciou há alguns meses o projeto Mega Phygital, posicionando-se como o primeiro centro de compras de moda do país a adotar uma estratégia phygital completa — integrando físico, digital, conteúdo, educação e vendas em um único ecossistema.
No ambiente físico, o projeto cria novos formatos de presença comercial com investimento mais acessível. Marcas de diferentes regiões passam a manter amostras e coleções no Mega Polo, utilizar araras interativas conectadas ao digital e participar de um shopping virtual integrado. A iniciativa democratiza o acesso ao Brás e amplia a visibilidade nacional de polos como Santa Cruz do Capibaribe, Goiânia, Monte Sião, entre outros importantes centros produtores de moda do país.
O polo de Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste pernambucano, chega ao Mega Polo trazendo inicialmente mais de 20 marcas para essa experiência, marcando o início do projeto Polos do Brasil. A proposta também prevê o movimento inverso: marcas do Mega Polo poderão atuar em outros polos do país, fortalecendo o intercâmbio comercial.
Com cerca de 98 mil habitantes (IBGE 2022), Santa Cruz do Capibaribe se destaca como um dos maiores polos de confecção do Brasil, impulsionado pelo Moda Center Santa Cruz.
“O objetivo do projeto Polos do Brasil é multiplicar o mercado para todos, criando uma conexão nacional de negócios. Trata-se de um intercâmbio que busca escalar vendas e oportunidades. O que o Mega Polo e seus lojistas estão vivendo é uma evolução estratégica de negócios”, afirma Antonio Almeida, gestor de marketing dos shoppings Mega e Plaza.
A iniciativa nasce da parceria com a Vitrines do Brasil e o UOL Host, integrando plataformas como TikTok Shop e grandes marketplaces. A proposta é transformar o Mega Polo em um hub nacional de inovação para o setor de confecção, conectando shoppings, polos regionais, marcas, lojistas, afiliados, influenciadores e compradores em uma plataforma escalável.
Mais do que um centro de compras, o Mega Polo passa a operar como uma estrutura completa de negócios, distribuição e capacitação digital.
O movimento acompanha a transformação acelerada do setor. Segundo a ABComm, o e-commerce brasileiro superou R$ 185 bilhões em faturamento em 2023, mantendo crescimento consistente. No cenário global, o live commerce já movimenta centenas de bilhões de dólares ao ano, com forte presença na Ásia e expansão nos Estados Unidos e na América Latina.
Plataformas como o TikTok Shop consolidam esse novo comportamento ao transformar entretenimento em canal direto de vendas, conectando marcas, criadores e afiliados dentro da própria experiência digital. É nesse contexto que o Mega Polo estrutura um modelo inédito para o atacado brasileiro.
Além da operação comercial, o projeto conta com um braço educacional. Por meio da Vitrines do Brasil, serão oferecidos workshops, palestras e treinamentos práticos, além de conteúdos com especialistas do mercado, incluindo profissionais do TikTok, UOL e outros players estratégicos. O objetivo é acelerar a maturidade digital das marcas e preparar lojistas para o novo comportamento de consumo.
O espaço dedicado ao Mega Phygital conta com seis cabines equipadas, provador, araras e iluminação profissional, oferecendo estrutura completa para produção de conteúdo e realização de lives com qualidade.
“Trata-se de um movimento estratégico e inédito que posiciona o empreendimento como um shopping de inovação e tendências, antecipando o futuro do comércio e oferecendo soluções concretas para o crescimento de lojistas e marcas em um cenário cada vez mais digital”, conclui Antonio Almeida.
O Mega Polo encerrou 2025 com crescimento estimado de 15% no faturamento, vacância praticamente zerada, ticket médio em alta — de R$ 170 para R$ 190 — e fluxo médio de 1 milhão de pessoas por mês, com picos de até 60 mil visitantes em um único dia.
Mais do que números positivos, os resultados consolidam a transformação do empreendimento, que deixa de ser apenas um destino de compras para se tornar uma plataforma de inovação para todo o setor de moda.
Fonte: Redação Foto: Divulgação









