Heis como apreciar de forma suscinta direcionamentos de cartelas de cores, lavagens, fits e mesmo estratégias de valorização de marcas no segmento jeanswear: através da análise dos lounges.
Nas araras, um olhar seletivo é capaz de assimilar as apostas de cores exploradas na temporada. A da Cook, por exemplo, organizou seu stand por tonalidades, dos básicos e coordenáveis pretos e cinzas, passando pelo verde, vermelhos saturados até por fim chegar no amarelo mostarda. Os mesmos tons de amarelo e vermelho que se destacam nas araras da Criminal Damage. Cores saturadas, também ganham notabilidade no espaço da Strellson o que confirma a adesão de paletas coloridas para o público masculino.
Ainda no público masculino, os novos neutros são ampliados: além do marrom e cinza, o verde militar desbotado bastante visível na Japan Rags. E é claro, os índigos, em diversas profundidades do tom.
O jeans, nas suas mais diversas lavagens levanta muros icônicos sinalizando a crescente valorização de suas origens históricas como um grande apelo de moda e macrotendência para o segmento. Além disso, os processos utilizados para a confecção das peças integram os espaços dos lounges legitimando a autenticidade das marcas e fabricantes. Esse é um ponto importante, portas abertas e exposição dos processos produtivos como um grande chamariz e diferencial para as marcas de jeans e fabricantes de tecidos.
Os grandes banners com imagens conceito anunciam com grande ênfase uma cultura pioneira e cosmoplita, com homens barbudos e exploradores globais, confira a galeria de imagens para garimpar mais informações.
ViVIAN DAVID / FOTOS: EQUIPE GUIAJEANSWEAR










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