Workshop reflete sobre para onde o azul nos atrai

Para onde o azul nos atrai? De acordo com a Doutora Denise Lembi, é para o caminho da empatia e da transformação. Colocando para o público a visão de que a 4° revolução que está por vir, é a da consciência; Denise tirou todos os participantes do seu workshop criativo apresentado na 4° edição do Denim Meeting, da zona de conforto.
Reconhecer a característica de cada um, que se torna um problema quando não compreendida. Toda a dinâmica proposta por Denise seguiu na direção da identificação desse desafio. Nesse intuito, os participantes se dividiram em quatro grupos, e receberam o desafio de criar um objeto em Denim que resumisse as características de cada um.
O grupo um recebeu a cor laranja e escolheu uma luva confeccionada em jeans para representar seu perfil aventureiro e ativo. “Gostamos de botar a mão na massa: somos intuitivos, realizadores, e imediatistas”, explicaram os participantes. Questionado sobre uma palavra-chave elegeram determinação para sintetizar a personalidade coletiva formada.
Influenciados pelo tom dourado – cor designada aos participantes do grupo dois – os integrantes formaram um sol organizado e geométrico. Refletindo a coerência com a imagem representada, perfeccionismo, planejamento, e organização foram às características simbolizadas pela imagem. A palavra chave eleita para resumir a característica do grupo foi eficiência.
Já o grupo três elaborou um coração azul (cor recebida) aromatizado por dentro, envolvendo também o olfato através dos sentidos. Segundo os integrantes o azul tem haver com empatia, e com valores como felicidade. “Coração significa entrega e envolvimento de todos os sentidos.” Em uma palavra, definiram-se por empatia.
O grupo quatro recebeu a cor verde e apresentou um jeans personalizado.
“Somos projetistas e queremos saber o que os outros estão fazendo, para então desenvolver nossos próprios projetos. Necessitamos de embasamento teórico”, concluíram. Resumiram-se como pessoas movidas pela curiosidade.
Após esse mergulho transformador nas características de cada um, os participantes deram as mãos e encerraram a atividade em uma roda de dança.
Concluindo sua atividade a Dr. Denise explicou que o reconhecimento das características mais marcantes na personalidade de cada um, possibilita que possamos trabalhar de maneira melhor. “A cor que tenho mais fraca, é a que tenho que trabalhar e aprimorar”, explicou. Em seguida falou do valor da empatia e de como a tecnologia está anulando a criação dessa característica na nova geração. Também falou de mediação: “ela faz com que você entenda seu pensamento e identifique o que é verdade e o que está sendo criado pelo seu subconsciente”, afirmou.
Adriana Drummond facilitadora gráfica, registrou todo o processo criativo em desenho.
Fonte: Vivian David | Fotos: Equipe Guia JeansWear