Alexander Mcqueen e Unravel, confirmaram a importância desta lógica na temporada; interpretando o denim em formas desenhadas com a firme intenção de incluir o personagem que está vestindo as roupas, como co-criador do look. Em ambas as coleções; mangas, comprimentos desmontáveis, e abotoamentos passíveis mudar a leitura das peças de acordo com o modo de fechar foram recursos onipresentes. Para destacar ainda mais a idéia de desconstrução; Paris mencionou também o avesso como visual conceito, e os tons de lavagens quebrando a simetria das peças.
No quesito peças-chave, confirmando as sugestões dos demais centros de moda, o catwalk enfatizou a saia como key item em evidência para acompanhamento dos combos. Estes, por sua vez, vieram decorativos, bem mais trabalhados do que o habitual. Já os anos 80 e 90 – décadas que não saem da mente dos criadores, trouxeram algumas das leituras mais revigorantes para o look denim da cabeça aos pés; mudando a paleta de cores para tingimentos ácidos e tons fluo, e reformulando completamente a ideia deste estilo de produção. Confira.
Fonte | Assinatura: VIVIAN DAVID | FOTOS: REPRODUÇÃO
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