Romantismo retrô no segundo dia

O segundo dia do SPFW reuniu marcas femininas que apostam em uma moda luxuosa, conceitual e moderna em uma mistura de tecidos pesados como a lã e a alfaiataria e leves com rendas, transparências, seda, entre outros.


Alexandre Herchcovitch iniciou o dia com desfile no Teatro Municipal como falamos aqui. Em seguida, já no Parque Villa Lobos, a grife carioca Acquastudio trouxe toques dos anos 40 em tons de preto, cinza e vermelho. Destaque para as saias godês com listras ou quadriculados e lápis com florais e, comprimentos longos e mídi. Os vestidos ganham cintos fininhos marcando a cintura.


Vitorino Campos investe na estampa pied-de-coq em tons de cinza e branco em peças com influência masculina e formas amplas e fluídas. Tudo para uma mulher sofisticada e que não tem medo de novidades.


Moda e arte e a cultura japonesa sempre estiveram presentes nas coleções de Fernanda Yamamoto. Para o próximo inverno a estilista recém-casada com Rodrigo Ohtake, neto da artista plástica Tomie Ohtake, apostou em muitas texturas e estampas exclusivas que permeiam peças com volumes desconstruídos com veludo e cetim. Há espaço ainda para peças fluídas com transparências.


Juliana Jabour elegeu o moletom como principal tecido colocando-o como peça de luxo com toques esportivos e femininos em vestidos, blusões, calças e saias com bordados. Tricôs e saias longas em malha fazem contraponto aos metalizados nos conjuntos.
Os vestidos de luxo não poderiam faltar e ganham volumes exagerados e estampas quadriculadas ou listradas no branco e preto.

VANESSA DE CASTRO | FOTOS: AGÊNCIA FOTO SITE