Em uma era onde a tecnologia e o posicionamento ecológico tem eclodido em iniciativas que permeiam ambos os setores – na tentativa de solucionar problemas socioambientais – o universo da moda recebeu o Brasil Eco Fashion Week. Entre os dias 15 e 17 de novembro, o UNIBES Cultural de São Paulo contou com a presença de profissionais da área têxtil, e empresas parceiras, ligadas a uma visão upcycling inovadora, que quer mudar a visão global de produção.
Na ocasião ocorreram desfiles, um deles em especial da Think Blue realizou um protesto contra o presidente eleito, e suas falas polêmicas que não respeitam e representam a juventude e grande parte da população brasileira. O evento abordou questões socioambientais engajadas e contou com a presença de empresas que já trabalham com esse modelo econômico de um por todos e todos para todos. Esclarecendo o conceito mais atual, o da Economia 5.0 (que fala do ser humano por trás da peça), os desafios dos recursos naturais, consumerismo, economia afetiva, reciclagem, trama afetiva, representação de corpos e o impacto do consumismo.
Ainda hoje, o cultivo de algodão é um dos que mais polui, com sua demanda de substâncias tóxicas, somando pesticidas e inseticidas, 35% voltam para o solo ou para a água.
Engajamento foi a palavra de força. Logo na entrada, fomos apresentados #menosplásticomaisplaneta, que chamava atenção para as microfibras de plástico que saem das roupas e para nos oceanos. No jeanswear, a Renner apresentou sua nova proposta, o Re jeans, feito com material totalmente eco-fashion.
Fonte: Beatriz Fleira | Foto: AGÊNCIA FOTOSITE









